Segundo o Papa, um imperador bizantino do século XIV terá firmado que Maomé trouxe ao mundo coisas “más e desumanas, como o direito a defender pela espada a fé que ele persegue”.
Bento XVI, que se deve ter esquecido que era Papa, o representente máximo duma religião, seu embaixador, a sua voz, pronunciou-se, usando palavras de alguém, sobre uma outra religião. Em Setembro de 2006.
A estrema direita europeia e americana agradecem, reconhecidas. Os fundamentalistas islãmicos, também.